Eritrina-candelabro ou mulungu-do-litoral (Erythrina speciosa)



Nome científico - Erythrina speciosa

Família - Fabaceae

Nomes populares - eritrina-candelabro, eritrina, mulungu-do-litoral, mulungu, corticeira

Origem - Nativa e endêmica do Brasil

Biomas - Mata Atlântica e Cerrado

Eritrina-candelabro


A eritrina-candelabro ou mulungu-do-litoral é uma planta de porte baixo, podendo apresentar-se na forma de arbusto ou pequena árvore, entre 3 a 5 metros de altura.

Possui o caule e ramos espinhentos. As folhas são compostas, trifoliadas, com folíolos na forma de losango e com um espinho na nervura principal e mais próximo ao pecíolo.

A Erythrina speciosa possui alto potencial paisagístico devido a bela floração. A inflorescência surge no inverno, de junho a agosto, com a árvore despida de sua folhagem, sendo do tipo racemo terminal e ereta.

As flores possuem tonalidade vermelho-vivo, ou raramente branco em alguns indivíduos. A maturação ocorre de forma acrópeta; primeiro abrem-se as flores basais, seguidas das medianas, e, por fim, as apicais.

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Eritrina de flor branca - crédito 2

Os frutos dessa eritrina são legumes oblongos, do tipo vagem, com maturação em outubro a novembro. No seu interior estão as sementes de formato reniforme, que lembram feijão, e de tonalidade castanha.

A propagação é feita por sementes e estaquia de partes dos ramos.

A eritrina-candelabro é uma planta de sol pleno, ocorrendo preferencialmente em solos úmidos, terrenos brejosos, matas ciliares e áreas de restingas.

Por ser atrativa para alguns pássaros, como beija-flores, cambacicas, periquitos, entre outros, é uma espécie recomendada para recuperação de áreas degradadas em suas regiões de ocorrência natural, assim como para arborização de praças e para os que desejam árvores pequenas para jardins.

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Aspecto da árvore mulungu-do-litoral - crédito 3

Créditos: 
Fotos 2, 3 - mauro halpern via Flickr

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